“Abstende-vos de toda a aparência do mal”. (I Tessalonicenses 5.22)
pintado, suas sobrancelhas rapadas, seus cabelos cortados e eram uma bênção, profetizando e falando em línguas estranhas,....”. O autor do Apocalipse, quando escreve às Sete Igrejas da Ásia, não apenas lida com as aflições das perseguições feitas pelos judaizantes, como também ataca o espírito do “Nicolaítas”; ou aqueles que andavam conforme “Balaão” (que profetizava enquanto estimulava a prostituição); ou ainda denuncia uma certa “mulher”, a qual era como uma “Jezabel” entre os discípulos, visto que lhes ensinava que o adultério e a prostituição eram banalidades com as quais ninguém deveria se preocupar, posto que as obras da carne, do corpo e da cobiça, em nada prejudicavam a vivência no espírito. Ora, todas essas coisas eram e são produções filosóficas gnósticas aplicadas ao contexto “cristão” e a Igreja de Cristo tem que estar atenta a estas coisas. Nos tempos da era digital, o que estão ensinando para Igreja? Estão ensinando acerca de um “novo Jesus”, que é inspirado nos “evangelhos gnósticos” e que os Pastores não estar percebendo que este “novo Jesus” apresentado, é um homem de sabedorias livres, capaz de andar com uma discípula amante (Madalena), e que não parece com o Jesus dos evangelhos; e sim, estar mas parecido com alguém sob profunda influência dos cultos de mistério dos gregos asiáticos ou dos egípcios, um “novo Jesus” que cabe nas cobiças e caprichos dos homens de nossos dias ou de uma seita. Um “novo Jesus” com característica de um homem bom e sábio, que ensina modo fascinante e sabedorias antes ocultas, que dar a si mesmo o direito de amar e ter relação sexual com Madalena, tendo com ela procriado e gerado uma genealogia que permanece no mundo até hoje, um “novo Jesus” dos ricos; da prosperidade; dos empresários; dos famosos e dos Pastores cinco estrela. Estão criando um “novo Jesus”, que não é o Jesus verdadeiro, apresentado no evangelho como: um Jesus que viveu no meio dos Pobres, e ainda nos últimos instantes de sua vida foi crucificado entre dois pecadores sucata da sociedade da época, cumpriu sua finalidade única de salvar e resgatar o homem, dando-lhe chance para reconciliar com Deus, um Jesus visto em uma visão por João na Ilha de Patmos, cujos “olhos eram como chama de fogo; ..... estava vestido de uma veste salpicada de sangue; e o nome pelo qual se chama é a Palavra de Deus. ...e da sua boca saía uma aguda espada, para ferir com ela as nações; ... e no manto e na sua coxa tem escrito este nome: Rei dos reis, e Senhor dos senhores”, este sim é o MEU SENHOR. Oséias 4.6 - “O meu povo foi destruído ou estar sendo destruído, porque lhe faltou o conhecimento; porque tu rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não sejas sacerdote diante de mim; e, visto que te esqueceste da lei do teu Deus”. Agora, aconselho aos leitores desta mensagem que “tome o teu incensário, e põe nele fogo do altar, e deita incenso sobre ele, e vai depressa à congregação”, esta foi a ordem dada por Moisés a Arão, “e faz expiação por eles; porque grande indignação saiu de diante do SENHOR; já começou a praga”. A bíblia nos diz que: “tomou-o Arão, como Moisés tinha falado, e correu ao meio da congregação; e eis que já a praga havia começado entre o povo; e deitou incenso nele, e fez expiação pelo povo.” Ainda estar em tempo de fazer cessar a praga, ainda estar em tempo de orar e interceder por um mundo que cambaleia como bêbado, “e voltou Arão a Moisés à porta da tenda da congregação; e cessou a praga” (Números 16:46,47,50). Não devemos negligenciando a presença do Grande Farol na Ilha, a situação tornou-se pertinente a mudança de novos métodos de como servir a Deus, mas a palavra de Deus ainda é a mesma “como filhos obedientes, não vos conformando com as concupiscências que antes havia em vossa ignorância” ( I Pedro 1:14), prossigamos em servir a Cristo sobre a Luz da Palavra de Deus, toma o teu incensário e faz cessar a praga na congregação dos justos. Escapa-te por tua vida.
Pr. SRN PinheiroESTUDO BÍBLICO
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